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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Visita de Estudo - Edifício da Alfandega


Fomos visitar o edifício da Alfandega do Porto, vimos quartos que retratavam épocas anteriores às nossas desde 1920/30, desde o aparecimento do rádio, a televisão. A decoração era característico da época, aqueles candeeiros, o ambiente, os quadros e até mesmo a mobília. À medida que fomos “avançando no tempo” os quartos iam ficando cada vez mais actuais até que chegamos aos anos de agora. Após uma rápida introdução a esses quartos dirigimo-nos a uma sala de gravações que continha 3 camaras de filmar, alguns microfones e uma “reggie” que, para quem não sabe é onde tudo que é gravado passa por lá, é editado, se for o caso e masterizado.

Fizemos uma pequena peça de teatro que havia um chefe e varias assistentes para a confecção de uma quiche, no final foi-nos facultado um DVD com as gravações. Foi muito engraçado, fez-me lembrar quando estava em imagem e trouxe-me boas recordações.

De seguida passamos para uma sala ao lado (sem nenhuma isolação sonora) onde fizemos uma entrevista aos formandos da turma para saber o que cada um pensava sobre o curso e que conselhos dariam a quem ouvisse a entrevista. Parecia uma conferência de imprensa, muitos microfones, muitos auscultadores e um texto curtíssimo. Acabou a entrevista e tivemos direito a uma cassete com a entrevista.

No final, fiquei com boas recordações da tarde passada e diverti-me imenso a faze-lo. Espero repetir o processo por muitas mais vezes.






Visita de Estudo - Porto Antigo


No dia 24 de Maio de 2011 fomos fazer uma visita de estudo pelo Porto.

Saímos do centro de formação após o almoço e fomos descendo os aliados até a estação de S. Bento, paramos um pouco para conversar sobre a história do Porto e algumas curiosidades. Continuamos a viagem até a Sé do Porto e seguimos pela ponte D. Luís até chegarmos ao jardim do morro em Gaia, paramos mais um bocado para ouvir o formador António Pinto contar as histórias do Porto e como era aquele sítio antigamente. Voltamos para trás e fomos até a Sé do Porto onde paramos e vimos os edifícios antigos e os quelhos estreitos que servem de ruas no centro da Sé. A Sé é muito bonita para se passear e deliciar com as arquiteturas antigas e o ambiente que quase parece esquecido pela selva urbana moderna que se espalha cada vez mais e mais rápido.

Fomos descendo a Sé e demos com a Igreja dos Grilos mesmo no centro da Sé. Óbvio que entramos para ver como era por dentro e realmente a igreja é muito bonita por dentro, apesar de não gostar de igrejas no geral. Saímos e continuamos a descer pelas ruas antigas e fomo-nos aproximando da ribeira. Chegando à praça da ribeira ficamos a ver o panorama que nos rodeava. O rio, as ondas, os barcos, as gaivotas e levar com o vento na cara. Foi deveras recompensador. Subimos até a casa do infante e logo a seguir passamos pelo palácio da bolsa, não era permitido entrar neste ultimo edifício por isso foi uma visita curta. Prosseguimos viagem, subindo até ao miradouro e ver, mais uma vez, todo o esplendor da cidade do Porto. Após alguns minutos de conversa continuamos pela antiga cadeia da relação e entramos na igreja dos Clérigos para a ver por dentro quem ainda não conhecia. A visita pouco mais se estendeu depois disto. Fomos indo para o centro de formação depois de sairmos da igreja dos Clérigos.

Foi uma visita interessante e didática, algumas histórias que foram contadas sobre os sítios, eu não as conhecia e fiquei a gostar bastante de saber como aconteceu na altura. Foi das visitas que mais prazer me deu, visitar a minha cidade e passar por sítios que normalmente não fazem parte da minha rota rotineira.





Visita de Estudo - Palácio de Cristal


Mais uma visita, mas desta vez ao Palácio de Cristal. Esta visita de estudo foi bem pensada e com algumas semanas de antecedência porque foi para fazermos um picnic juntamente com os formadores. Mal chegamos aos jardins do palácio paramos um pouco para conversar e reencontrar formadores que já não víamos a muito tempo. Fomos indo devagar para as mesas de picnic situadas um pouco mais abaixo, literalmente apoderamo-nos das mesas todas para realizar o nosso picnic à vontade. Começamos a tirar a comida dos sacos e a coloca-la em cima das mesas para então ser dividida por todos nós juntamente com as bebidas. Tirei algumas fotos e chegou a hora de comer. Acabei de comer fui tirar mais umas fotos, entretanto os formadores estavam a preparar uma surpresa para nós enquanto estávamos a arrumar as mesas e a deixar o espaço limpo como estava antes de chegarmos lá. Fomos para a parte superior dos jardins e a formadora Lígia começou a dizer os jogos que íamos fazer. O primeiro foi o tubarão, basicamente é igual às caçadinhas mas quem “caça” tem k ter a mão na testa em forma de barbatana. Logo a seguir passamos para o jogo do lenço (muito antigo mesmo) em que o “júri” diz um número e esse número de cada equipa vai a correr e tenta levar o lenço sem ser tocado de volta a sua equipa. E assim se passou mais uma tarde bem passada. O resto da turma e formadores foram embora mas eu fiquei mais um bocado para tirar mais umas fotos mas desta vez mais descansado porque não tinha compromissos.


Resumidamente, gostei bastante da visita por ser diferente e pela formadora Lígia nos ter presenteado com estas surpresas de jogos que se faziam quando eramos crianças, fez-me relembrar o meu tempo de miúdo em que não tinha preocupações com nada e era só brincadeira.







Visita de Estudo - Aveiro


Tudo começou por volta das 8 horas da manhã em que a turma se juntou na estação de campanha para irmos até Aveiro. Durante a viagem foi-se passando o tempo a conversar uns com os outros e aproximadamente 1 hora depois chegamos ao destino. Começamos a descer a Av. Dr. Lourenço Peixinho, paramos num café para tomar o pequeno-almoço. Continuamos a descer a Av. até chegarmos ao ateliê dos ovos-moles. Mal chegamos fomos convidados a entrar, a Sra. Mostrou-nos um breve vídeo sobre como apareceram os ovos-moles e como são feitos desde o princípio (partir os ovos) até ao fim (cortar as formas e apara-las). A Sra. Tinha já os materiais preparados para nós executarmos e termos uma noção de como se fazem. Foram feitos alguns ovos-moles e claro, foram todos comidos. Ficamos a falar um bocado com a Sra. antes de sairmos do atelier.

Saímos do atelier a “lamber os beiços” e fomos em direcção ao mercado do peixe para ver como era por dentro e depois fomos até ao Forum de Aveiro para almoçar. Todos nós comemos qualquer coisa e saímos a correr para apanhar o comboio para voltar para o Porto para termos formação as 14 horas.

Eu gostei muito do passeio, conhecer sítios e pessoas novas, aprendi também a receita dos míticos ovos-moles de Aveiro e a sua confecção. A cidade é muito bonita e agradável aos olhos de quem lá passeia.






Visita de Estudo - Serralves


Mais um dia e mais uma visita de estudo, mas desta vez ao Museu e jardins de Serralves. Saímos do centro depois do almoço apanha-mos o autocarro e chegamos aos portões do Museu de Serralves entramos e fomos ver uma exposição de António Batarda “Outra vez não!” que retratava os loucos anos 70’s. Repleto de desenhos e pinturas alusivas à época. Tínhamos uma guia que ia explicando quais as principais ideias do autor e o porque de as ter retratado assim. Vimos e ouvimos a guia durante toda a exposição e foi tempo de visitar os jardins de Serralves, também com a companhia da guia fomos vendo as inúmeras plantas existentes nos jardins e ouvimos a ideia original do conde que era comprar o terreno até chegar ao rio e fazer assim um verdadeiro palacete com essa propriedade. Fomos passeando e ouvindo as histórias da guia sobre os jardins, como o conde concedeu o espaço para festas e outros eventos artísticos e festivos.

As visitas de estudo podiam ser todas assim, passear ao ar livre, deliciarmo-nos com o que a natureza tem de bom para oferecer e observar com atenção e não com a atenção matinal de apanhar o autocarro ou o metro para chegar cedo ao local de trabalho.

Visita de Estudo - Casa da Música


Tudo começou normalmente como seria de esperar, chegamos todos ao centro de formação à hora habitual para irmos visitar a Casa da Música na Boavista. Dirigimo-nos até a estação do metro da Trindade e embarcamos no primeiro metro em direção à Casa da Música. Saímos e fomos visitar a Boulangerie du Paris lá perto para tomar o pequeno-almoço ou o reforço do mesmo. Passados alguns minutos largos, atravessa-mos a rotunda da Boavista e entramos na Casa da Música onde estava o formador Filipe com os nossos bilhetes para podermos entrar e efetuarmos a visita de estudo com guia para nos dizer os fatos mais importantes. Começamos por ver a primeira sala que estava com ensaios, e o tempo foi deveras escasso, continuamos a visita e deparamo-nos com uns instrumentos vindos e oferecidos pela Tailândia que continham uns mecanismos para poderem serem tocados por toda a gente, até mesmo pessoas com deficiências motoras. Prosseguindo a visita visitamos todos os espaços possíveis mas o que me agradou mais foi a sala VIP, tem as paredes todas em azulejo pintado a mão com uma vista magnífica para a rotunda do Boavista e também para a sala principal de concertos. Fantástico, digo eu. O mais enigmático na Casa da Música a meu ver é o fato de não ser exclusivo a música clássica nem ópera, é para todo o tipo de música sem exceção.

Como tudo o que é bom acaba rápido, a nossa visita de estudo tinha chegado ao fim. Gostei particularmente da estrutura e da disposição dos objetos, é sem dúvida algo a recordar e se for possível voltar lá para um concerto.

Visita de estudo caves do vinho do Porto

Esta visita começou no centro de formação, onde se juntaram todos os formandos para começar a caminhada até a biblioteca municipal à beira do jardim de S. lázaro. Não foi possível tirar fotos no interior da biblioteca devido a normas internas. Vimos muito pouco e foi muito rápido, só me lembro de ver arquivos cheios de folhas com números, tipo código de acesso. A guia tinha uma maneira muito própria de explicar o que se passa lá dentro (biblioteca), mais uma vez realço que não possível tirar fotos.
De seguida fizemos o percurso da biblioteca até ao Funicular perto da Sé entramos no elevador e descemos, foi a primeira vez que ia andar no funicular, primeiro tinha muita expectativa e algum receio também. Mal o aparelho começou a andar fiquei desiludido mas desfrutei das vistas e sempre com o “dedo no gatilho”. De seguida caminhamos pela Ribeira até chegar ao barco que nos ia levar a passear. Já dentro do barco vimos um acidente ligeiro entre outros 2 barcos devido ao facto de um dos motores ter deixado de funcionar. Seguimos rio acima e depois rio abaixo, vimos as pontes e tivemos uma perspectiva diferente da marginal do Porto e de Gaia. Durante a viagem o tempo mudou e instalou-se muito frio e muito nevoeiro a mistura, levando a maior parte dos passageiros que se encontravam a bordo “refugiaram-se” na parte de dentro do barco. Eu resisti ao frio intenso e aproveitei para poder tirar mais umas fotos até mais não.
Ancoramos no cais de Gaia e foi tempo de fazer uma pausa breve porque tínhamos que estar nas caves ao meio-dia. Nem todos fomos para o mesmo café e eu reforcei bem reforçado o meu pequeno-almoço (dois panikes mistos e uma meia de leite), por fim fomos até as caves do vinho do Porto. Foi por demais, adorei o espaço, foi uma delícia para tirar mais umas fotos. Vimos pipos enormes, médios e pequenos, sendo os pequenos de capacidade de 550litros. Tivemos uma guia muito simpática que nos mostrou o sítio e explicou e desmitificou o que está por trás do famoso vinho do Porto e alguns equívocos relativamente ao mesmo. Entramos por uma porta grande (mais me pareceu a entrada para um sitio magico ao estilo de “Alice no pais das maravilhas”) uma luminosidade genial em tons de azul num painel de acrílico. Um pouco mais a frente tinha outros acrílicos impressos com a breve história do vinho do Porto, no continuar da sala tinha outros tantos painéis ilustrativos e explicativos e no fim da sala tinha um mostruário com três garrafas de vinho, um de 1870, outra de 1920 e outra de 2000, simplesmente lindo. Tivemos uma breve formação sobre as diferenças do vinho do Porto tinto, branco e rosé também como os processos de filtragem e amadurecimento.
Por fim dirigimo-nos a uma sala de estar com mesas à antiga e uma era para nós, tinha dois copos de vinho destinados para cada um de nos, um de vinho tinto e outro e vinho branco com a intenção de o provarmos para ficar com algo mais que a teoria.
A nossa visita revelou-se deveras interessante devido ao facto de termos visitado edifícios antigos e marcantes na história do Porto. Passeamos pelas ruas do Porto antigo e tivemos o prazer de ver a arquitectura, os trabalhados que já não se fazem mais com os pormenores que fazem as delícias de quem olha com atenção e queira ver com olhos de ver. Vimos e passeamos num barco rebelo pelo rio Douro e tivemos a percepção de visualizar e observar o esplendor da marginal do Porto e Gaia também. 
Foi 1optima visita a meu ver, temos que repetir mais vezes para não ficarmos constantemente”enfiados” na sala de aula