segunda-feira, 23 de abril de 2012

sociedade, tecnológia e ciência STC5

Este módulo foi importante, trabalhar nos computadores e nos programas que provavelmente nos vão fazer muito jeito de futuro, Word PowerPoint e Excel. A formadora Marta Oliveira explicou muito bem a matéria, tornou fácil o  difícil com a linguagem utilizada, sempre pronta para tirar duvidas de quem as tinha e sempre bem-disposta.
No Word aprendemos a criar e formatar texto, mudar a cor, a fonte e o tamanho da letra, utilizamos limites das folhas e sombreados, aprendemos como se coloca imagens no texto e a sua organização na folha de trabalho. Utilizamos cabeçalhos e rodapés para um texto mais cuidado, como o curriculum vitae, uma carta de espontânea ou até mesmo um trabalho mais “elegante”. Por fim aprendemos a utilidade dos índices automáticos, tornam a organização dos textos mais simples e mais fácil.
PowerPoint: tal como Word aprendemos a criar a folha de trabalho e a sua respectiva apresentação, a formatação de texto e a inserção de imagens, vídeos e músicas / sons. De diferente temos as animações que tornam as apresentações mais toleráveis de se verem. Fizemos uns quantos trabalhos utilizando estes ensinamentos. Mais uma vez a formadora mostrou-se deveras cooperativa e receptiva aos problemas que iam surgindo na turma.
Por fim temos o Excel, aqui também aprendemos a inserir e a formatar dados, criação de tabelas para inúmeros tipos de trabalho. Utilizamos filtros para facilitar a procura de algo na nossa folha de cálculo. Utilizamos fórmulas e funções para executarmos mais rapidamente e mais eficazmente, os problemas matemáticos que surgem, como a soma, a multiplicação, etc.
Gostei muito da disciplina, aprendi e desenvolvi as minhas capacidades na óptica do utilizador com os ensinamentos da formadora Marta Oliveira, vou de certeza utilizar o que aprendi de futuro, seja no âmbito de profissional mas também na minha vida pessoal.


Sociedade, Tecnologia e Ciências STC6


Sociedade, tecnologia e ciências 6. Nesta unidade abordamos a construção e arquitectura (DR1) onde fizemos um trabalho sobre materiais de construção e a suas utilidades, também como a evolução dos materiais e a sua durabilidade, este módulo foi dado pela formadora Cristina Coelho.

No DR2 abordamos a ruralidade e urbanidade com a formadora Ana Bastos, falamos um pouco sobre a artesanato e como esta se foi evoluindo, desde os tempos antigos até à actualidade. Existem alguns tipos de artesanato diferentes como a olaria que por sua vez trata de moldar cerâmica e barro e criar algo único e muito pessoal. Eu fiz um trabalho sobre olaria, moldei um assador pequeno, destinado a assar chouriços para uma boa churrascada como qualquer bom português gosta, a experiencia não correu assim muito bem porque ao colocar o barro já moldado no forno para cozer, este desintegrou-se em pó porque a temperatura estava muito elevada. Em compensação ao sucedido, comprei uma caixa de madeira e pintei-a de forma muito abstracta e bastante colorida.

Em DR3 abordamos Administração, segurança e território com a formadora Ana Bastos, onde também fizemos um trabalho sobre prevenção rodoviária, as várias formas de prevenir acidentes e as tecnologias utilizadas para tal feito, como guias sonoras, patrulha nas estradas e auto-estradas pela GNR, utensílios utilizados para averiguar a taxa de alcoolemia dos condutores, radares e lombas para reduzir a velocidade de circulação dos condutores.

Em DR4 abordamos as mobilidades locais e globais, onde fizemos um trabalho sobre emigração, imigração e migração em geral como a formadora Cristina Coelho. Falamos da emigração de pessoas de um pais para outro e da emigração dos animais como e quando a fazem, seja por necessidade ou por lazer. No fim desta unidade visitamos a oficina de ovos moles em Aveiro, um óptimo passeio.

Na minha opinião tanto a formadora Cristina Coelho e a Ana Bastos são óptimas formadoras, explicam bem a matéria em causa e reservam sempre algum tempo para tirar dúvidas dos formandos, abordando a matéria de forma clara e perceptível para que, nós, formandos a percebemos como deve ser e não como nos parece ser.


Sociedade, Tecnologia e Ciências STC7


Sociedade, tecnologia e ciências 7. Nesta unidade no DR1 o elemento, onde abordamos a ciência e a química, símbolos químicos e conversões de escalas como por exemplo de graus célsius para fahrenheit. Aprendemos a natureza das matérias, que são substâncias puras (matéria da mesma substancia), elementos (formados por um só tipo de átomo), compostos (formados por elementos diferentes numa proporção fixa). Passamos pelas soluções que podem ser de 3 tipos. Sólido, líquido e gasoso. Neste módulo fizemos um trabalho de pesquisa sobre os átomos com a formadora Cristina Coelho.

No DR2 abordamos os processos e métodos científicos com a formadora Ana Bastos. Vimos basicamente o que consta no método científico, desde a observação do fenómeno, formular hipótese explicativa, testar essa hipótese e no fim aceitar essa hipótese se estiver correcta. E no final do módulo foi pedido um trabalho de pesquisa sobre o método científico com a nossa opinião pessoal no final, uma reflexão sobre o trabalho.

No DR3 abordamos as ciências e controvérsias públicas com a formadora Ana Bastos. Neste módulo falamos um também das controvérsias da ciência, em que no final nos foi pedido um trabalho idêntico ao que tínhamos feito.

No DR4 abordamos as leis e modos científicos. Onde vimos alguns exemplos de controvérsias, seja na clonagem, nos avanços tecnológicos, o aquecimento global, a camada do ozono, chuvas ácidas, doenças ocupacionais, desmatamento, o stress provocado pelo ritmo de vida acelerado, entre muitas outras. Nesta unidade fizemos um trabalho sobre a controvérsia da ciência, para o bem e para o mal. Eu falei sobre a clonagem, o transplante, armas nucleares e as drogas sejam elas legais ou ilegais. Também esta unidade foi dada pela formadora Cristina Coelho.

Gostei particularmente destas sessões, pois ciência é uma área que me interessa bastante apesar de não ter seguido esse caminho. Se fosse por mim teria mais umas quantas aulas de ciências para poder aprofundar mais um pouco o conhecimento que a ciência nos oferece.

Cultura Lingua e Comunicação NG5

Reflexão do nucleo gerador 5

Mediante este NG5, começamos por falar sobre os telemóveis (DR1) e a falta que nos faz no quotidiano, como são usados e como nos sentimos quando não os temos. A linguagem especifica das sms e mms, trocando o “s” por “x” e o “q” por “k” é cada vez mais utilizada sobretudo pelos jovens, por uma questão de economia de tempo e de caracteres, o que lhes leva a cometer erros ortográficos.
De seguida passamos para os computadores (DR2) e a sua utilização tanto no trabalho como em casa, a internet e também a falta que nos faz hoje em dia. Sinceramente já não imagino a minha vida sem computador, internet e telemóvel, mas é tudo uma questão de hábito, acho que após duas semanas já não sentia falta deles.
Passando para o DR3 “Mass Média”, falámos da importância da informação e contra-informação que nos chega via rádio, televisão, revistas, jornais, publicidade. Neste módulo fizemos uma visita de estudo ao Museu dos transportes e comunicações do Porto para termos contacto com a realidade da rádio e da televisão, para quem ainda não conhecia. Eu gostei imenso porque também já tinha algumas noções base sobre televisão e em modo geral a turma também gostou muito.
No DR4 falou-se e criou-se um blogue (www.cozinhaparatodos.blogspot.com). A meu ver é mais um meio de exposição da vida pessoal / profissional e acessível a qualquer um que queira ver ou saber mais um pouco. Pode-se assemelhar a uma rede social com “seguidores” ou amigos que partilham pedaços da sua vida connosco, sem muitas vezes terem a noção que essa partilha também pode ser visualizada por terceiros e por muitas vezes distorcida ou mal compreendida. A meu ver esta comunicação torna-se deveras impessoal, podemos introduzir “smiles” mas nunca temos a certeza se “o outro lado” compreende realmente o que tentamos transmitir. Contribuí para o enriquecimento cultural do blogue que criámos, publicando um vídeo que eu próprio realizei, cujo nome é “Mafia CLR”.

Cultura, Lingua e Comunicação CLC NG6


Ao longo deste núcleo gerador abordamos no DR1 os diferentes estilos de vida, seja no campo ou na cidade, as vantagens e desvantagem de cada local, a preferência pessoal em morar num ou noutro sítio, onde fizemos um trabalho sobre este tema. Fizemos também um trabalho sobre a nossa casa, falamos das divisões e a sua utilização nas aulas do formador Filipe Fonseca.

No DR2 abordamos a cidade VS campo onde fizemos um trabalho a diferenciar as várias vantagens e desvantagens. Falamos das expressões populares utilizadas nas zonas de Portugal de norte a sul. Achei deveras engraçado ouvir as expressões populares que ainda são utilizadas e as que caíram em desuso das várias regiões do País. Pesquisamos as aldeias consideradas históricas do País para conhecermos melhor as nossas origens e depois dessa pesquisa apresentamos o fruto da nossa pesquisa, isto nas sessões da formadora Olga Alpoim.

No DR3 pesquisamos os teatros da nossa zona habitacional, fizemos um folheto alusivo a localizações turísticas e culturais e abordamos como os cidadãos podem obter informação por parte do estado, seja nas câmaras municipais, nas juntas de freguesia, no portal do cidadão, internet, etc. Este DR foi-nos dado pela formadora Olga Alpoim.

No DR4 vimos um documentário nas sessões do formado Filipe Fonseca sobre os imigrantes em Portugal e as suas expectativas e a realidade. Vimos também outro documentário sobre as pronúncias dos vários cantos do país, do norte ao sul passando pelas ilhas, devo dizer que houve algumas que não entendi nada de nada do que estavam a dizer, como o madeirense e o açoriano.

Este núcleo gerador foi bom para mim porque já fui imigrante e também passei pelas dificuldades de adaptação ao país em que estava, à língua falada e à cultura.

Cultura Lingua e Comunicação NG7

Reflexão final do Núcleo Gerador 7

Neste NG7, abordamos o “Elemento” - DR1 - as fases mais importantes da vida de cada um e as suas experiencias mais marcantes ao longo da sua jornada. Acontecimentos bons, outros nem tanto, mas fica o conhecimento dessas experiencias e a aprendizagem desses mesmos, seja para o bem, seja para o mal. Onde o “Elemento” estava, onde se encontra agora e para onde quer ir.
Seguidamente temos o DR2, onde se falou sobre o método científico. Propostas para a resolução de um problema, observação do mesmo, colheita de dados para ter várias hipóteses para o tentar resolver, experienciar e realizar experiencias, observar com muita atenção para tirar uma conclusão, caso a tese não esteja correcta surge um novo problema e volta tudo ao principio com colheita de dados, provas concretas, mais teses e mais experiencias até solucionar o problema em questão.
Passando pelo DR3, temos a controvérsia da ciência. Métodos que vieram ajudar o Homem no trabalho e em casa. Robots programados para auxiliar o trabalho humano tais como máquinas de construção, computadores e telemóveis para encurtar a distância entre familiares ou trabalhadores e patrões. O avanço da tecnologia na medicina (transplantes, microcirurgias, operações, aparelhos muito pequenos para poder ver o interior do corpo Humano, maquinas para monitorizar os sinais vitais da pessoa e até maquinas que ajudam a respirar), na construção civil (“bulldozers”, gruas, plantas em computador para haver rigor na leitura e execução da obra), na ciência (descoberta de vacinas e antídotos para doenças, microscópios, materiais para se poder fazer experiencias com mais precisão) entre muitas outras áreas.

CLC LEC e LEI Inglês Iniciação e Continuação


Sempre gostei muito de inglês. Desde novo que comecei a aprender a língua, mais precisamente um ano antes de entrar para a primária, e a partir dai foi sempre “a abrir”. Comecei com noções básicas de nomes e locais e com alguns jogos, tais como: “simon says” e “doctors”.

Nas sessões da formadora Dora Silva fiz uma reciclagem de inglês porque toda a matéria que foi dada não foi novidade para mim, com excepção de a uma ou duas palavras. Abordámos os verbos mais importantes como to be e to have. Aprendemos a fazer apresentações, os dias da semana, as horas, entre muitas outras coisas.

Como já tinha dito não houve nada de novo para mim. No entanto, gostei bastante da dinâmica da formadora. Forneceu-nos várias folhas de apoio como inúmeros exercícios bastante simples e práticos, deu-nos letras de música alusivas à matéria para tentarmos descobrir qual era o grupo e para pôr a letra na ordem certa. 
Estudámos o parque de diversões e as palavras mais usuais. Estudámos os verbos modais, o singular e o plural dos nomes. Aprendemos também a dar indicações para vários locais e a perguntar direções caso estejamos perdidos ou não saibamos o caminho para um sítio.

Durante as sessões de inglês fizemos alguns trabalhos de grupo, nem sempre eram os mesmo e ainda bem porque senão não dava para conhecer melhor as capacidades de todos, mesmo que seja o mínimo. Fizemos trabalhos de expressão oral em que um dos membros do grupo perguntava a outro direções e o outro respondia. Fizemos também outro sobre um cidade situada em Inglaterra, o meu grupo ficou com a Irlanda do Norte, onde descobri uma formação rochosa que me despertou bastante o interesse porque sendo formado a partir da lava dum vulcão e solidificou extremamente rápido ficou com formas quadradas perfeitas por uns bons quilómetros.

Realizamos uma visita de estudo à rota dos chás, para relaxar e beber um chá e conversar. Fomos a pé desde o centro de formação, pela baixa fora ver com mais atenção os edifícios e as pessoas com quem nos cruzávamos. Chegamos lá na calma e ficamos deslumbrados com a simplicidade do sítio, esplanada ao ar livre e uma decoração incrível. Foi uma das visitas de estudo que mais gostei pelo simples facto de ser um passeio descontraído a um lugar mesmo bonito que eu já frequentei várias vezes e continuo a quere passar lá umas horas com os amigos a conversar e beber um chá.
Basicamente gostei bastante do método de ensino da formadora Dora Silva. Foi deveras explícita a ensinar e muito paciente também. O inglês pode ser muito traiçoeiro para quem nunca teve contacto com a língua. Resumindo, a formadora, a meu ver, esteve muito bem e eu gostei de rever o inglês que tinha aprendido há muitos anos atrás.